
SPAMA promoverá, em agosto, campanha de reflorestamento em Lajedo
A Secretaria de Políticas Agropecuárias e Meio Ambiente promove, em agosto, uma campanha de reflorestamento em Lajedo. Programa ainda contemplará imediações do Aterro Sanitário
Por consequência dos maus tratos que o homem tem cometido contra a natureza, derrubando milhares de árvores todos os anos, os efeitos da devastação ambiental podem ser sentidos em todo o planeta. Práticas simples como o replantio de árvores amenizará essas causas no futuro.
Pensando nisso, a Prefeitura Municipal de Lajedo através da Secretaria de Políticas Agropecuárias e Meio Ambiente está promovendo uma Campanha de Reflorestamento no município e convida toda a população interessada a participar dessa causa adotando uma muda de árvore, os interessados devem procurar a Secretária de Agricultura de segunda a sexta feira durante o horário de expediente (7h às 13h). “Pensamos em doar as mudas para quem realmente as quiser. Por isso estamos convidando a população para adotar uma árvore. Caso fossemos sair distribuindo de casa em casa, certamente o plantio não seria favorável. Assim não. Só irá buscar a muda quem realmente quiser plantar”, disse o secretário da pasta, César Augusto.
*Imagem: Tiago Barbosa / OJ ImagemSPAMA

A Crise Ecológica é a Crise da Vida!
Agradeço ao Editor do Jornal pela oportunidade de descrever sobre um tema tão relevante como é a Educação Ambiental!Ao se refletir sobre o ser humano pós-moderno, mais do que o “ser-das-conquistas”, precisa urgentemente, transformar-se no “ser-das-re-conquistas”.
O triunfo da tecnociência, as suas grandiosas conquistas, impulsionaram, o ser humano a cada vez mais, lançar-se, sem temor, na saga do desenvolvimento. É imperioso reconhecer, por outro lado, que nunca se evoluiu tanto e se acumulou tanta informação, conhecimento e sabedoria em tão pouco tempo. Barreiras parecem não mais existir!
Não obstante, inerente a tudo isso, o ser humano desencadeou um processo de destruição da Vida. Estamos vivendo sob a síndrome da poluição, da extinção de tantas espécies, da escassez de água, da miséria, da fome... Constatamos, ao nosso derredor, o progressivo constante aniquilamento da Vida em todas as suas manifestações. As relações vitais estão sendo desfeitas. “A crise ecológica é a crise da Vida”!
Somos responsáveis pelo futuro! Ou ocorre um processo global de solidariedade, de fraternidade, ou o convívio humano será cada vez mais degradante.
Podemos começar essa revolução a partir de cada um de nós. Procurarei nas edições desse jornal oferecer pequenas e importantes ações que poderemos fazer no cotidiano. Lembremos o mundo começa a partir de nós!
Aí vai uma dica importante:
Que tal economizar água! E seguir o que nos propõe a regra: Gastar três minutos com o chuveiro ligado na hora do banho!
Um abraço e até a próxima!
Bio. Cione Djalva
cionedjalva@hotmail.com
Escritor lançará livro independente
O estudante e colunista deste jornal, Paulo Henrique, há um ano terminou de escrever seu primeiro livro que fala sobre a história de Lajedo. Amparado pelo Projeto de Lei que foi aprovado na Câmara para que a disciplina de história da cidade fosse implementada nas escolas municipais, Paulo Henrique aproveitou e apresentou seu trabalho no plenário da Casa Vereador José Vital dos Santos e foi prontamente apoiado pelos edis, que inclusive, prometeram que seu livro seria apreciado pela administração local, porém depois de aproximadamente dez meses de espera, o escritor resolve lançar seu livro de forma independente.“Conversei com o prefeito e ele me garantiu juntamente que iria me dar total apoio para a confecção do livro que seria distribuído nas escolas e na biblioteca da cidade. Me prometeram que em dezembro faríamos o lançamento deste livro e nada. Esperei que saísse em maio no aniversário da cidade, mas também não tive retorno nenhum. Então procurei um amigo que fez as correções do livro. Agora, cansado de esperar e tendo que também dar satisfação a todos que anseiam pelo lançamento do meu livro, resolvi lança-lo independentemente”, disse.
Decepcionado, Paulo Henrique resolveu desabafar. “Não fiquei triste pelo livro não ter saído ainda, até por que posso lançar de forma independente como iria fazer, mas o que me deixou mais chateado foi o fato de terem me prometido o apoio e eu ter ficado andando dum lado pro outro sem perceber nenhuma atitude deles que tinham me assegurado este apoio. Infelizmente essas promessas ficaram apenas nas palavras. É uma pena para a cultura da cidade”, lamentou.
Agora, determinado a, enfim, lançar seu livro, Paulo Henrique garantiu que ainda este mês o lançamento estará sendo realizado no Café Cultural para amigos, familiares e homenageados. “Como não temos condições de bancar um grande evento iremos fazer um lançamento para as pessoas que me apoiaram. Certamente estarei fazendo meu papel para o resgate cultural do município”, concluiu.









