Resgatando a história, por Antônio Oliveira: Retrospectiva

Postado por Antônio Oliveira / OJ
17 de Agosto de 2011
No presente mês de agosto estamos completando 1 ano de militância nesta coluna. Acreditamos que vamos dando conta do recado, isto é, alcançando a meta a que nos propomos, qual seja a de esclarecer nossos conterrâneos sobre coisas do passado, quer na evocação de seus vultos proeminentes, quer na reconstituição de fatos há muito ocorridos ou, ainda, na reverência aos símbolos do nosso patrimônio histórico/sentimental. Existe tanto “erudito” por aí destilando sua “sapiência” sobre acontecimentos idos — pessoas imaturas (mesmo veteranas), sem nenhuma fonte de informação segura, sem a necessária vivência nas ocorrências —,espalhando inverdades e estórias mirabolantes, que a nossa vigilância torna-se imprescindível e constante. (Perdoem a falta de modéstia). Ademais, o passado foi o embrião do presente e será o espelho para o futuro. Povo sem história é povo sem identidade. Gordon S. Wood escreveu: “Entender o passado (...) é uma forma de adquirir sabedoria, humildade e um senso trágico da vida. Senso trágico não significa ser pessimista, mas apenas compreender a vida com todas as suas limitações.” Isto posto, gostaríamos de proceder uma revista em toda a matéria publicada nos últimos 12 meses, recordando seus títulos e principais tópicos, tanto para o nosso controle, quanto para reavivar na lembrança dos amáveis leitores os assuntos que criteriosamente lhes preparamos no decorrer de todo o ano. Vamos lá. AGO/10 — O NOSSO TEATRO — Fundação do Teatro Amadorista de Lajedo (TAL). Finalidade, o ideal de Júlia Costa. Autores e peças encenados. Seu vasto elenco e colaboradores. SET/10 – UM INTELECTUAL LAJEDENSE — Antônio de Sousa Vilaça. Escritor, cooperativista, professor, jornalista, filho de Guilhermino Paulo, o primeiro prefeito. Um dos pilares da nossa independência. OUT/10 — SIMPLICIDADE E DISTINÇÃO — Maria da Penha Silva Dourado. Descendente dos Fundadores. Inteligente, culta, versátil e generosa. Primeira dama da cidade entre 1953/1957. NOV/10 — CALDEIRÕES — O marco zero da nossa fundação. Sua importância no desenvolvimento de Lajedo. Seu total abandono pelos poderes constituídos. DEZ/10 — É NATAL! — A festa por excelência da cristandade. Histórico. Sua descaracterização ocasionada pela adoção de novos costumes. Reflexões. Mensagem. JAN/11 — UM VIOLÃO EM SILÊNCIO — Episódios da vida simples de Antônio Pereira da Silva, o Tungueira. Exímio violonista, pessoa muito querida. Um dos últimos boêmios. FEV/11 — OS CLARINS DE MOMO — Lamento sobre o fim do nosso carnaval. Sua evolução através do tempo. Os bailes memoráveis. Seus personagens característicos. MAR/11 — SEU NICÁCIO — 0 aventureiro, pai de Ricardo Correia de Menezes. Passagens curiosas e até cômicas de sua vida. Seu extremado amor a Lajedo. ABR/11 — O CAMARADA QUE SE FOI — 0 lado pessoal do Dr. Antônio Dourado. Seu relacionamento com este autor. Suas memórias ainda não publicadas. Homenagem no primeiro aniversário de seu falecimento. MAI/11 — UM ENGANO HISTÓRICO — O equívoco do 19 de maio. Sua importância na história e ascendência sobre o 24 de dezembro — data real da nossa soberania. JUN/11 — O PATRONO — Antônio de Lisboa e Pádua, o padroeiro. Traços biográficos. 1884: aqui chega sua imagem. Desenhos iriconvenientes agridem-lhe o estilo, tirando-lhe a originalidade. JUL/11 – O CINEMATÓGRAPHO – O cinema em nossa terra, de Zé Pereira a Manuel Vilaça. Os filmes inesquecíveis. O serviço de alto-falantes. A TV vence o cinema. Elizabeth Taylor, uma estrela que se apaga. Por hoje é só. Muito obrigado. Até o próximo mês.

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