O presidente da Câmara Municipal de Lajedo, Airton Francisco da Silva (Potó) foi denunciado pelo Ministério Público por suspeita de improbidade administrativa. O Prefeito Antônio João, a Secretária de Educação Maria Emília e os diretores das escolas onde Potó estava lotado, porém não dando aula, mas recebendo há mais de um ano também poderão sofrer sansões da justiça. O caso que é público corre na Vara local e ainda cabe recurso da parte acusada.
De acordo com o Processo de nº 0000710-75.2011.8.17.0910, o vereador que tem seu cargo efetivo de professor de Letras na cidade de Jurema, e estava permutando em três escolas lajedenses teria recebido uma quantia de R$ 1.132,00 ao mês correspondentes por 200 horas aulas pelos serviços que não estavam sendo prestados.
Segundo apurou o Ministério Público, os alunos das escolas prejudicadas estariam sem aula de língua portuguesa, fato que ocasionou transtorno nas instituições, tendo inclusive, um dos diretores assumido a cadeira que deveria ser ocupada pelo professor e vereador Airton Francisco, para que seus alunos não ficassem sem aula, ao contrário do que teria acontecido nas outras escolas, onde os alunos ficaram um longo período com aulas vagas. Com os alunos sem aula, o caso mesmo após um ano, veio a calhar.
A promotora autora da denúncia, Márcia Maria Amorim teria sido promovida para outra cidade, não mais atuando em Lajedo, o caso fica a ser conduzido pela atual promotora, Daniela da Silva Lopes que foi procurada pela equipe de reportagem de O Jornal, todavia preferiu não se pronunciar a respeito deste caso.
Caso o vereador venha a ser processado, devolução do dinheiro público ao erário; exoneração do cargo de professor e perca do cargo político são as punições previstas na Lei por este ato.
O vereador do PSB que surgiu como esperança para professores e jovens da cidade, recebendo pouco mais de mil votos (1065) dentre os 19.348 válidos em 2008 e agora presidente da Câmara desde janeiro de 2011, agora corre o risco de perder o mandato por quebra de Decoro Parlamentar caso seja abertura CPI interna contra o mesmo. (O conceito de “decoro” está dicionarizado, conforme o Aurélio, como “correção moral, compostura, decência, dignidade, nobreza, honradez, brio, pundonor”). Decoro parlamentar, ou sua violação, não se relaciona ao lugar onde são praticados os atos indecorosos, mas aos atos de conduta do parlamentar, praticados em qualquer lugar, e não apenas, necessariamente, aos atos da conduta parlamentar do representante do povo no local de exercício dessa função.
A reportagem de O Jornal tentou, através de contato telefônico (já que o vereador se encontra em Congresso da UVP), um pronunciamento do vereador, porém o celular dele se encontrava desligado.
Quem quiser conferir a denúncia basta que entre na página do Tribunal de Justiça de Pernambuco na internet através do site:
http://www.tjpe.jus.br/processosA PALAVRA DO SINDICATO
A presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Lajedo, Monica Simões demonstrou sua decepção. “A maioria dos professores que votaram nele hoje estão decepcionados com essa conduta. Nós enquanto Sindicato não pudemos fazer nada neste caso, mas queremos alertar a população que procure frequentar as reuniões na Câmara Municipal, pois é a única forma de sabermos o que os vereadores que colocamos lá estão fazendo pela população”, disse.
De acordo com o Processo de nº 0000710-75.2011.8.17.0910, o vereador que tem seu cargo efetivo de professor de Letras na cidade de Jurema, e estava permutando em três escolas lajedenses teria recebido uma quantia de R$ 1.132,00 ao mês correspondentes por 200 horas aulas pelos serviços que não estavam sendo prestados.
Segundo apurou o Ministério Público, os alunos das escolas prejudicadas estariam sem aula de língua portuguesa, fato que ocasionou transtorno nas instituições, tendo inclusive, um dos diretores assumido a cadeira que deveria ser ocupada pelo professor e vereador Airton Francisco, para que seus alunos não ficassem sem aula, ao contrário do que teria acontecido nas outras escolas, onde os alunos ficaram um longo período com aulas vagas. Com os alunos sem aula, o caso mesmo após um ano, veio a calhar.
A promotora autora da denúncia, Márcia Maria Amorim teria sido promovida para outra cidade, não mais atuando em Lajedo, o caso fica a ser conduzido pela atual promotora, Daniela da Silva Lopes que foi procurada pela equipe de reportagem de O Jornal, todavia preferiu não se pronunciar a respeito deste caso.
Caso o vereador venha a ser processado, devolução do dinheiro público ao erário; exoneração do cargo de professor e perca do cargo político são as punições previstas na Lei por este ato.
O vereador do PSB que surgiu como esperança para professores e jovens da cidade, recebendo pouco mais de mil votos (1065) dentre os 19.348 válidos em 2008 e agora presidente da Câmara desde janeiro de 2011, agora corre o risco de perder o mandato por quebra de Decoro Parlamentar caso seja abertura CPI interna contra o mesmo. (O conceito de “decoro” está dicionarizado, conforme o Aurélio, como “correção moral, compostura, decência, dignidade, nobreza, honradez, brio, pundonor”). Decoro parlamentar, ou sua violação, não se relaciona ao lugar onde são praticados os atos indecorosos, mas aos atos de conduta do parlamentar, praticados em qualquer lugar, e não apenas, necessariamente, aos atos da conduta parlamentar do representante do povo no local de exercício dessa função.
A reportagem de O Jornal tentou, através de contato telefônico (já que o vereador se encontra em Congresso da UVP), um pronunciamento do vereador, porém o celular dele se encontrava desligado.
Quem quiser conferir a denúncia basta que entre na página do Tribunal de Justiça de Pernambuco na internet através do site:
http://www.tjpe.jus.br/processosA PALAVRA DO SINDICATO
A presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Lajedo, Monica Simões demonstrou sua decepção. “A maioria dos professores que votaram nele hoje estão decepcionados com essa conduta. Nós enquanto Sindicato não pudemos fazer nada neste caso, mas queremos alertar a população que procure frequentar as reuniões na Câmara Municipal, pois é a única forma de sabermos o que os vereadores que colocamos lá estão fazendo pela população”, disse.









