O Projeto de Lei enviado pelo Poder Executivo Municipal à Câmara de vereadores virou alvo de polêmica no momento de sua aprovação.
O Projeto que descreve a criação de Conselhos para o idoso e deficientes foi tema de reunião extraordinária e durou mais de duas horas.
Com o aparecer já apresentado pela comissão, formada por Marcantonio Dourado filho (presidente), Airton Francisco (vice) e Lêda que externou não ter participado da decisão final, a matéria não poderia ser aprovada sem o tom de polêmica que marca as reuniões da câmara quando há entraves entre situação e oposição.
Alegando não ter sido avisada da reunião pelo presidente da comissão, a vereadora Lêda se recusou a aprovar, juntamente com a sua bancada, as propostas da comissão. O entrave se deu, pois, a oposição queria que o conselho fosse formado por representante dos vereadores, de igrejas e outras entidades que tenham afinidade com as respectivas finalidades. Já a proposta era para que o representante da Câmara fosse funcionário e não legislador e ia mais além dizendo que caberia ao prefeito nomear os conselhieiros, o que revoltou a vereadora e seus aliados políticos. “É uma vergonha não podermos participar do conselho. É um dever e um direito nosso fazer parte do conselho, bem como as entidades que já fazem este tipo de trabalho na cidade. Não sei por que tanto medo da situação em não permitir que a sociedade participe do conselho. Alias, se os vereadores da situação conseguem votar contra eles mesmo é por que não têm sequer a capacidade de estarem aqui”, protestou Leda. Potó por sua vez defendeu a bancada de situação, já que o líder, Marquinhos estava ausente, justificando que os membros do conselho seriam eleitos pela sociedade em conferência municipal.
O Projeto que descreve a criação de Conselhos para o idoso e deficientes foi tema de reunião extraordinária e durou mais de duas horas.
Com o aparecer já apresentado pela comissão, formada por Marcantonio Dourado filho (presidente), Airton Francisco (vice) e Lêda que externou não ter participado da decisão final, a matéria não poderia ser aprovada sem o tom de polêmica que marca as reuniões da câmara quando há entraves entre situação e oposição.
Alegando não ter sido avisada da reunião pelo presidente da comissão, a vereadora Lêda se recusou a aprovar, juntamente com a sua bancada, as propostas da comissão. O entrave se deu, pois, a oposição queria que o conselho fosse formado por representante dos vereadores, de igrejas e outras entidades que tenham afinidade com as respectivas finalidades. Já a proposta era para que o representante da Câmara fosse funcionário e não legislador e ia mais além dizendo que caberia ao prefeito nomear os conselhieiros, o que revoltou a vereadora e seus aliados políticos. “É uma vergonha não podermos participar do conselho. É um dever e um direito nosso fazer parte do conselho, bem como as entidades que já fazem este tipo de trabalho na cidade. Não sei por que tanto medo da situação em não permitir que a sociedade participe do conselho. Alias, se os vereadores da situação conseguem votar contra eles mesmo é por que não têm sequer a capacidade de estarem aqui”, protestou Leda. Potó por sua vez defendeu a bancada de situação, já que o líder, Marquinhos estava ausente, justificando que os membros do conselho seriam eleitos pela sociedade em conferência municipal.









