O senhor Nivaldo Alves, proprietário da Farmácia Pais e Filhos, foi até a redação de O Jornal no último dia 17 de maio para agradecer a todos que, de alguma maneira, o apoiaram no momento, certamente mais difícil de sua vida. (Nivaldo teve sua farmácia fechada, medicamentos apreendidos e foi conduzido a prisão no dia 22 de fevereiro em virtude da comercialização de medicamentos controlados sem prescrição médica).
Durante os dez dias em que esteve preso, Nivaldo contou que nos primeirossó conseguiu superar a dor da reclusão dopado por remédios. “Passei três dias me enchendo de antidepressivos, daí um colega tomou meus medicamentos. Se não fosse ele não sei como estaria fiquei todo me tremendo depois da overdose”, disse Nivaldo que via na sua prisão uma lacuna na sociedade. “Passei 38 anos servindo o povo e quando menos esperava me vi preso sem poder ajudar as pessoas mais sofridas de Lajedo que infelizmente, como não temos médicos todos os dias no hospital da cidade, dependiam de minha ajuda”, confessou.
O que mais impressionou Nivaldo da farmácia em toda essa história de sua prisão foi o número de assinaturas coletadas pela população para lhe ajudar. 3480 assinaturas em apenas 48 horas foi fundamental para que Nivaldo conseguisse o direito de responder seu processo em liberdade. “Gostaria de agradecer a todo mundo que assinou e também aos que não tiveram a oportunidade de assinar, mas com certeza estavam sensibilizados com a minha situação”, afirma.
Hoje a gratidão de Nivaldo é representada pelo número 3480. Este, refleteum pouco da popularidade do comerciante Nivaldo Alves em Lajedo. Vereador por duas vezes, proprietário de uma ambulância que servia à população gratuitamente durante os anos de 1992 a 2000. Conhecido pelos mais antigos como ‘Doutor dos pobres’, Nivaldo da farmácia, como é chamado, faz parte do Conselho de Sentença da cidade, foi presidente do Centro Esportivo Lajedense por duas vezes e ainda hoje presta alguns serviços sociais à comunidade. E por falar em prestação de serviços, Nivaldo ainda lembra do tempo em que tinha ambulância disponível para população.
“Eu mantinha uma ambulância por conta própria rodando quase todos os dias do mês. Eram cerca de 25 cirurgias por mês realizadas em Taquaritinga do Norte. Na época só tinha o apoio de Pedro Melo que nunca mediu esforços para me ajudar quando alguém precisava”, relem bra.
Nivaldo ainda aproveitou a oportunidade para agradecer também aos advogados Francisco Félix, Jorge Wellington, Cícero Henrique e Marcelânio Felix. Além dos advogados, Nivaldo agradeceu a força das igrejas evangélicas e católica, os mototaxistas, comerciantes, amigos, Neide Féix e ao delegado Rossine que bancou os honorários de dois dos quatro advogados.
“Que Deus ilumine a todos que me ajudaram, rezaram por mim, fizeram promessas, orações e trabalhos. Sou grato a todos, primeiramente a Deus e depois aos amigos lajedenses, razão que ainda me faz continuar nesta cidade”, expôs num tom emocionado.
Durante os dez dias em que esteve preso, Nivaldo contou que nos primeirossó conseguiu superar a dor da reclusão dopado por remédios. “Passei três dias me enchendo de antidepressivos, daí um colega tomou meus medicamentos. Se não fosse ele não sei como estaria fiquei todo me tremendo depois da overdose”, disse Nivaldo que via na sua prisão uma lacuna na sociedade. “Passei 38 anos servindo o povo e quando menos esperava me vi preso sem poder ajudar as pessoas mais sofridas de Lajedo que infelizmente, como não temos médicos todos os dias no hospital da cidade, dependiam de minha ajuda”, confessou.
O que mais impressionou Nivaldo da farmácia em toda essa história de sua prisão foi o número de assinaturas coletadas pela população para lhe ajudar. 3480 assinaturas em apenas 48 horas foi fundamental para que Nivaldo conseguisse o direito de responder seu processo em liberdade. “Gostaria de agradecer a todo mundo que assinou e também aos que não tiveram a oportunidade de assinar, mas com certeza estavam sensibilizados com a minha situação”, afirma.
Hoje a gratidão de Nivaldo é representada pelo número 3480. Este, refleteum pouco da popularidade do comerciante Nivaldo Alves em Lajedo. Vereador por duas vezes, proprietário de uma ambulância que servia à população gratuitamente durante os anos de 1992 a 2000. Conhecido pelos mais antigos como ‘Doutor dos pobres’, Nivaldo da farmácia, como é chamado, faz parte do Conselho de Sentença da cidade, foi presidente do Centro Esportivo Lajedense por duas vezes e ainda hoje presta alguns serviços sociais à comunidade. E por falar em prestação de serviços, Nivaldo ainda lembra do tempo em que tinha ambulância disponível para população.
“Eu mantinha uma ambulância por conta própria rodando quase todos os dias do mês. Eram cerca de 25 cirurgias por mês realizadas em Taquaritinga do Norte. Na época só tinha o apoio de Pedro Melo que nunca mediu esforços para me ajudar quando alguém precisava”, relem bra.
Nivaldo ainda aproveitou a oportunidade para agradecer também aos advogados Francisco Félix, Jorge Wellington, Cícero Henrique e Marcelânio Felix. Além dos advogados, Nivaldo agradeceu a força das igrejas evangélicas e católica, os mototaxistas, comerciantes, amigos, Neide Féix e ao delegado Rossine que bancou os honorários de dois dos quatro advogados.
“Que Deus ilumine a todos que me ajudaram, rezaram por mim, fizeram promessas, orações e trabalhos. Sou grato a todos, primeiramente a Deus e depois aos amigos lajedenses, razão que ainda me faz continuar nesta cidade”, expôs num tom emocionado.









