Antenados ao momento em que o mundo dá grande importância a questão ambiental, os comerciantes lajedenses, representados por boa parte da direção da CDL, fizeram-se presentes na Escola Ambiental e também visitaram o aterro sanitário de Lajedo no intuito de se aproximarem mais da realidade de coleta e destino final do lixo da cidade.
Dentre tantas informações, os comerciantes lajedenses souberam que o aterro sanitário, que tem previsão de funcionamento até 2031, recebe em média cerca de 35 toneladas de lixo por dia só da cidade de Lajedo. O interessante é que parte deste lixo poderia estar sendo coletado de forma seletiva, a fim de se privilegiar a reciclagem e consequentemente garantir uma oportunidade econômica aos responsáveis pela coleta.
Com base nesses números e atentos ao momento bastante propício para este tipo de empreendimento altamente em voga no país, os diretores da Câmara de Dirigentes Lojistas de Lajedo representados na pessoa do atual presidente Maviael Bezerra lançaram, em parceria com a associação dos catadores de materiais recicláveis de Lajedo, o projeto Empresa Amiga do Meio Ambiente, que realizará num primeiro momento a coleta de papelão e garrafas pet nas empresas e posteriormente pretendem organizar uma coleta seletiva, até mesmo de casa em casa. Esta iniciativa visa, segundo Maviael, uma maior organização da coleta na cidade gerando renda e oportunidade para os catadores. “É uma grande iniciativa essa que já está dando certo em outros lugares. Além de ser bom para o meio ambiente, vai alavancar a nossa economia ao passo em que as pessoas terão mais renda e as distribuirão em nosso próprio comércio. Só temos a ganhar com essa coleta seletiva”, garantiu Bezerra ciente dos obstáculos que o projeto vai enfrentar. “A grande dificuldade é conseguir convencer os próprios catadores que esse projeto tem futuro. Alguns não são cientes da realidade deste projeto. Uma vez que a associação seja mais organizada, funcione efetivamente com sede própria e como uma cooperativa, pode conseguir financiamento de entidades como o BNDES, Petrobrás e outras que já financiam este tipo de projeto. Isso permitirá uma maior renda aos catadores, que ao invés de levar o material coletado para a cooperativa acabam deixando com o atravessador em virtude da necessidade em conseguir o dinheiro”, disse e seguiu. “Mas estamos confiantes que vai dar tudo certo. O atual presidente da associação dos catadores, José Delmiro, me disse que só na primeira semana de coleta conseguiram arrecadar mais de 500 quilos de papelão, muito mais que arrecadavam normalmente, mas eles não tem onde armazenar, e assim que arrecadam já vendem o material. Está faltando organizar a questão do espaço e também do carrinho de coleta que segundo ele é uma deficiência da associação também, mas que certamente, o projeto sendo efetuado corretamente o comércio bancaria”, explica.
Dentre tantas informações, os comerciantes lajedenses souberam que o aterro sanitário, que tem previsão de funcionamento até 2031, recebe em média cerca de 35 toneladas de lixo por dia só da cidade de Lajedo. O interessante é que parte deste lixo poderia estar sendo coletado de forma seletiva, a fim de se privilegiar a reciclagem e consequentemente garantir uma oportunidade econômica aos responsáveis pela coleta.
Com base nesses números e atentos ao momento bastante propício para este tipo de empreendimento altamente em voga no país, os diretores da Câmara de Dirigentes Lojistas de Lajedo representados na pessoa do atual presidente Maviael Bezerra lançaram, em parceria com a associação dos catadores de materiais recicláveis de Lajedo, o projeto Empresa Amiga do Meio Ambiente, que realizará num primeiro momento a coleta de papelão e garrafas pet nas empresas e posteriormente pretendem organizar uma coleta seletiva, até mesmo de casa em casa. Esta iniciativa visa, segundo Maviael, uma maior organização da coleta na cidade gerando renda e oportunidade para os catadores. “É uma grande iniciativa essa que já está dando certo em outros lugares. Além de ser bom para o meio ambiente, vai alavancar a nossa economia ao passo em que as pessoas terão mais renda e as distribuirão em nosso próprio comércio. Só temos a ganhar com essa coleta seletiva”, garantiu Bezerra ciente dos obstáculos que o projeto vai enfrentar. “A grande dificuldade é conseguir convencer os próprios catadores que esse projeto tem futuro. Alguns não são cientes da realidade deste projeto. Uma vez que a associação seja mais organizada, funcione efetivamente com sede própria e como uma cooperativa, pode conseguir financiamento de entidades como o BNDES, Petrobrás e outras que já financiam este tipo de projeto. Isso permitirá uma maior renda aos catadores, que ao invés de levar o material coletado para a cooperativa acabam deixando com o atravessador em virtude da necessidade em conseguir o dinheiro”, disse e seguiu. “Mas estamos confiantes que vai dar tudo certo. O atual presidente da associação dos catadores, José Delmiro, me disse que só na primeira semana de coleta conseguiram arrecadar mais de 500 quilos de papelão, muito mais que arrecadavam normalmente, mas eles não tem onde armazenar, e assim que arrecadam já vendem o material. Está faltando organizar a questão do espaço e também do carrinho de coleta que segundo ele é uma deficiência da associação também, mas que certamente, o projeto sendo efetuado corretamente o comércio bancaria”, explica.









