Num stand bem organizado e decorado com várias peças de produção própria, Jorge ao lado de suas bonecas de pano, vidrarias, bordado e quadros opinou. “Seria bom ter um local próprio para trabalhar, mas os próprios artesãos impõem dificuldades. Isso atrasa a nossa classe para o crescimento tão necessário para gente”, argumentou o artesão.
Como mora na terra conhecida como do Leite, além do mel, por ser uma bacia leiteira com mais de quarenta mil litros de leite por dia na região, Sérgio também trabalha auxiliando nessa produção há três anos no beneficiamento do leite, produzindo doces e outros derivados. Segundo ele sua produção chega a 250 quilos de doce diários e já distribui pra vários estados, numa mostra que a potencialidade de cada município deve ser explorada.









