Editorial: Não convidem médicos e vereadores lajedenses para o mesmo ambiente...
Postado por O Jornal01 de Outubro de 2011
Definitivamente não seria uma grande ideia convidar a classe médica e os legisladores lajedenses para dividirem o mesmo espaço. Com exceção aos três vereadores da banca de oposição, todos os demais acabam de comprar uma grande briga com a classe, e por que não dizer com o povo lajedense?!
Tal situação se instalou a partir do momento em que o Poder Executivo Municipal enviou para o Poder Legislativo o Projeto de Lei que aumentava o salários médicos plantonistas de Lajedo para R$ 4.500,00. Até aí tudo bem. Muitos podem dizer: “É um baita dum salário!”. E seria. Numa cidade onde a renda per capita não ultrapassa os R$ 120,00 até que seria um bom salário, mas em se tratando de saúde não. Está é uma área muito bem remunerada e requer seriedade e investimentos para se obter qualidade e o pior no momento, nem só qualidade, mas quantidade.
Estamos sem médicos no Hospital Municipal (que por sinal leva o nome da mãe do prefeito e se fosse o nome da mãe de qualquer outro cidadão? Já teria fechado suas portas!). E assistimos as cidades vizinhas pagando um salário no mínimo superior em duas vezes a esse oferecido pelo executivo municipal. Ou seja, ficaremos, ou melhor, continuaremos sem médicos. E a quem interessa isso? Será que aos que usam do assistencialismo via saúde para se eleger? Será?!
O Projeto até que teve emenda apresentada para elevar o salário para a casa dos oito mil reais, porém foi prontamente rejeitado pela bancada de situação, que estranhamente na pessoa do vereador Adelson enfermeiro, representante da saúde, teve a atitude da emenda elogiada, mas abdicada. Estranho, não?! Estão na Câmara a cumprirem a missão que lhes foram confiadas pelo povo ou para servir a um Poder Superior?!
Mais estranho ainda foi que ao final da discussão o líder da situação disse que não se fazia necessário uma emenda ao Projeto, pois o mesmo estava seguindo uma média dos salários da região. Será? A qual região ele se referia? E em tempo. A quem ele se referia quando dizia ter um acordo entre a classe médica e o Poder Executivo pelo salário em R$4.500,00 se não temos médicos? Quem terá sido o médico que assinou esse cheque em branco?
No Brasil e, principalmente em Lajedo tudo têm se resolvido a base do nojento sistema político imposto pelos que só querem o poder pelo simples fato de figurarem no poder. Só tem uma solução para isso mudar. Não é mudando apenas os jogadores, mas principalmente as regras do jogo (políticos precisam utilizar do sistema público para sentirem na pele o que sente a população). Enquanto isso não acontecer, a plateia continuará frustrada com o espetáculo de humor sarcástico dos que dizem nos representar!
E então, alguém tem coragem de convidar ambas as classes para o mesmo ambiente?
Tal situação se instalou a partir do momento em que o Poder Executivo Municipal enviou para o Poder Legislativo o Projeto de Lei que aumentava o salários médicos plantonistas de Lajedo para R$ 4.500,00. Até aí tudo bem. Muitos podem dizer: “É um baita dum salário!”. E seria. Numa cidade onde a renda per capita não ultrapassa os R$ 120,00 até que seria um bom salário, mas em se tratando de saúde não. Está é uma área muito bem remunerada e requer seriedade e investimentos para se obter qualidade e o pior no momento, nem só qualidade, mas quantidade.
Estamos sem médicos no Hospital Municipal (que por sinal leva o nome da mãe do prefeito e se fosse o nome da mãe de qualquer outro cidadão? Já teria fechado suas portas!). E assistimos as cidades vizinhas pagando um salário no mínimo superior em duas vezes a esse oferecido pelo executivo municipal. Ou seja, ficaremos, ou melhor, continuaremos sem médicos. E a quem interessa isso? Será que aos que usam do assistencialismo via saúde para se eleger? Será?!
O Projeto até que teve emenda apresentada para elevar o salário para a casa dos oito mil reais, porém foi prontamente rejeitado pela bancada de situação, que estranhamente na pessoa do vereador Adelson enfermeiro, representante da saúde, teve a atitude da emenda elogiada, mas abdicada. Estranho, não?! Estão na Câmara a cumprirem a missão que lhes foram confiadas pelo povo ou para servir a um Poder Superior?!
Mais estranho ainda foi que ao final da discussão o líder da situação disse que não se fazia necessário uma emenda ao Projeto, pois o mesmo estava seguindo uma média dos salários da região. Será? A qual região ele se referia? E em tempo. A quem ele se referia quando dizia ter um acordo entre a classe médica e o Poder Executivo pelo salário em R$4.500,00 se não temos médicos? Quem terá sido o médico que assinou esse cheque em branco?
No Brasil e, principalmente em Lajedo tudo têm se resolvido a base do nojento sistema político imposto pelos que só querem o poder pelo simples fato de figurarem no poder. Só tem uma solução para isso mudar. Não é mudando apenas os jogadores, mas principalmente as regras do jogo (políticos precisam utilizar do sistema público para sentirem na pele o que sente a população). Enquanto isso não acontecer, a plateia continuará frustrada com o espetáculo de humor sarcástico dos que dizem nos representar!
E então, alguém tem coragem de convidar ambas as classes para o mesmo ambiente?









