A importância de se fazer política de maneira séria e profissional se torna cada vez mais evidente em nossa sociedade. No último dia 14 de janeiro, a população lajedense recebeu do governo municipal um empreendimento em parceria com o Ministério das Telecomunicações que visa a inclusão digital e, sobretudo ou mais que tudo, a inclusão social.
Então vejamos a tal importância em se fazer política de maneira séria e profissional.
Primeiramente, nós cidadãos lajedenses, pagadores de inúmeros impostos deveremos e temos o direito de conhecer os números depositados nesse empreendimento social e o governo municipal além do dever de repassá-los, teria tido uma ótima oportunidade de em praça pública mostrar a transparência com a qual trata do dinheiro de nossa gente; Quando da inauguração, nós que lá estávamos poderíamos termos sidos agraciados também com um discurso mais bonito. Talvez nos mostrando quantos computadores existiam naquele Telecentro, quantas pessoas em média iriam ser beneficiadas, como fariam para terem acesso a este espaço, dentre outras coisas que manda o bom senso e a responsabilidade social. Porém nossos governantes ainda optam por deixarem de lado todo esse profissionalismo para estarem fazendo politicagem.
Foi se tratado de tudo nesta inauguração. O prefeito falou que em nenhum outro município do Brasil já se tinha inaugurações em pleno primeiro mês do ano; argumentou sobre a péssima condição da saúde pública do município; cutucou mais uma vez a oposição; disse nunca ter ido na casa de ninguém pedir voto em troca de nada; disse não precisar mais de dinheiro só de carinho; disse que teríamos uma média de 12 obras daqui pro final do ano sendo inauguradas; disse também que ... Enfim! Ele falou de tudo. Só não falou do que se fazia mais necessário: A tal da inauguração. Ora, qual era a real intenção do evento? Nos mostrar a importância do Telecentro ou especular que talvez não seja candidato mesmo tendo direito, mas que se for provocado será candidato? Já está mais do que na hora de profissionalizar a política lajedense. Nosso povo já carece por isso há algum tempo. Quem foi ao evento sabe do que estamos tratando. Tivemos a presença de um pequeno público que mais estava interessado na banda que tocaria a seguir do que com o Telecentro em si.
Mas cá entre nós: não poderia ser diferente. Se nem o governo municipal tratou de dar importância ao empreendimento e ficou fazendo politicagem, por que o povo iria então dar atenção? Os poucos presentes mais fizeram foi: beber e aproveitar a banda. Afinal não é sempre que temos atrações musicais em plena praça pública. A conclusão que se pode tirar disso tudo é quem enquanto não se for profissionalizada a política municipal lajedense o povo permanecerá na arquibancada(os fanáticos torcedores políticos) ou na lama (os realistas e independentes -sem partido-).
Pois bem, fazemos então a nossa parte enquanto comunicadores: O Telecentro Comunitário que está localizado na Avenida Agamenon Magalhães funcionará em três períodos e terá acesso limitado em 1h por dia para cada cidadão que apresente consigo, se maior de idade, RG e CPF para realização de cadastro; se menor, estar acompanhado com pais ou responsável no ato do cadastro para que os mesmos autorizem a participação de seu menor na inclusão. Além de tudo, cada um poderá usufruir de cinco impressões/dia em casos corriqueiros e sem limites de folhas quando trabalho acadêmico ou escolar. Tudo bem estruturado, bem pensado e bem instalado: no coração da cidade e ainda possibilitando a quem resida a pelo menos 100 metros do local, acesso a internet de banda larga pelos sistema HIFI gratuitamente.
O projeto é uma maravilha. Pena que não foi bem tratado!
Então vejamos a tal importância em se fazer política de maneira séria e profissional.
Primeiramente, nós cidadãos lajedenses, pagadores de inúmeros impostos deveremos e temos o direito de conhecer os números depositados nesse empreendimento social e o governo municipal além do dever de repassá-los, teria tido uma ótima oportunidade de em praça pública mostrar a transparência com a qual trata do dinheiro de nossa gente; Quando da inauguração, nós que lá estávamos poderíamos termos sidos agraciados também com um discurso mais bonito. Talvez nos mostrando quantos computadores existiam naquele Telecentro, quantas pessoas em média iriam ser beneficiadas, como fariam para terem acesso a este espaço, dentre outras coisas que manda o bom senso e a responsabilidade social. Porém nossos governantes ainda optam por deixarem de lado todo esse profissionalismo para estarem fazendo politicagem.
Foi se tratado de tudo nesta inauguração. O prefeito falou que em nenhum outro município do Brasil já se tinha inaugurações em pleno primeiro mês do ano; argumentou sobre a péssima condição da saúde pública do município; cutucou mais uma vez a oposição; disse nunca ter ido na casa de ninguém pedir voto em troca de nada; disse não precisar mais de dinheiro só de carinho; disse que teríamos uma média de 12 obras daqui pro final do ano sendo inauguradas; disse também que ... Enfim! Ele falou de tudo. Só não falou do que se fazia mais necessário: A tal da inauguração. Ora, qual era a real intenção do evento? Nos mostrar a importância do Telecentro ou especular que talvez não seja candidato mesmo tendo direito, mas que se for provocado será candidato? Já está mais do que na hora de profissionalizar a política lajedense. Nosso povo já carece por isso há algum tempo. Quem foi ao evento sabe do que estamos tratando. Tivemos a presença de um pequeno público que mais estava interessado na banda que tocaria a seguir do que com o Telecentro em si.
Mas cá entre nós: não poderia ser diferente. Se nem o governo municipal tratou de dar importância ao empreendimento e ficou fazendo politicagem, por que o povo iria então dar atenção? Os poucos presentes mais fizeram foi: beber e aproveitar a banda. Afinal não é sempre que temos atrações musicais em plena praça pública. A conclusão que se pode tirar disso tudo é quem enquanto não se for profissionalizada a política municipal lajedense o povo permanecerá na arquibancada(os fanáticos torcedores políticos) ou na lama (os realistas e independentes -sem partido-).
Pois bem, fazemos então a nossa parte enquanto comunicadores: O Telecentro Comunitário que está localizado na Avenida Agamenon Magalhães funcionará em três períodos e terá acesso limitado em 1h por dia para cada cidadão que apresente consigo, se maior de idade, RG e CPF para realização de cadastro; se menor, estar acompanhado com pais ou responsável no ato do cadastro para que os mesmos autorizem a participação de seu menor na inclusão. Além de tudo, cada um poderá usufruir de cinco impressões/dia em casos corriqueiros e sem limites de folhas quando trabalho acadêmico ou escolar. Tudo bem estruturado, bem pensado e bem instalado: no coração da cidade e ainda possibilitando a quem resida a pelo menos 100 metros do local, acesso a internet de banda larga pelos sistema HIFI gratuitamente.
O projeto é uma maravilha. Pena que não foi bem tratado!









