O depoimento de um internauta, de pré nome José e adjetivos que pareciam expressar seu momento de indignação (ARRETADO, PUTO DAVIDA) no mural de recados do portallajedo.com, me serviu de inspiração para redigir as tortas linhas a seguir.
A
preocupação e por hora, revolta do internauta, se deu, aparentemente, pela discussão do estatuto do servidor público municipal que vem sendo realizada pelo poder público municipal há pelo menos dois meses.
A
maior preocupação, não só deste internauta funcionário público, mas também da maioria dos demais servidores municipais é que comentários nos bastidores da prefeitura e da câmara municipal dão conta de que a intenção do Poder Executivo é de ampliar a carga horária de todos os servidores para oito horas diárias. Para isso basta que o novo estatuto seja aprovado pela câmara, algo provável se levarmos em conta que a maioria é da base governista.
Porém ainda é cedo para se desesperar. Alguns vereadores, inclusive da situação, já garantiram em off para algumas pessoas, que já mais votariam a favor de tal mudança. Outro porém: Ainda não se sabe se realmente essa é a real intenção do executivo. Afinal, setores da sociedade civil estão discutindo as mudanças no estatuto.
Levando em consideração que toda essa discussão seja apenas para melhorar a máquina pública e que o servidor não será prejudicado em nenhuma hipótese, é uma boa discussão. Agora tomando por base os comentários que circulam pelos bastidores políticos da cidade, é de extrema necessidade e bom senso que a carga horária dos servidores não seja alterada, o que acarretaria numa série de problemas que talvez não tenha sido calculada por alguns políticos.
Economicamente analisando, a cidade perderia e muito com o aumento da carga horária. Primeiro por que como os servidores tendo que dar expediente em dois turnos, a renda extra estaria comprometida e, funcionário público de Lajedo que não tiver uma renda complementar corre o risco de morrer de fome, haja vista a defasagem que o salário teve nos últimos anos. (Aliás, vereadores ao invés de ficarem fazendo média com funcionários da Casa por que não lutam pela valorização salarial do funcionalismo público? Nos últimos dois anos os funcionários da Câmara já tiveram 22% de aumento. E os servidores? Tem servidor que é vereador. Onde está o bom senso? Depois não venham pedir voto para os funcionários públicos...que os digam os motoristas que outro dia foram chamados de putas por um ex-vereador e hoje ganham um salário mínimo, muito abaixo dos quase três que recebiam há 15 anos atrás. E o aumento proporcional? Acordem vereadores. Façam seus papeis. A eleição vem aí).
A
gora analisando do ponto de vista do funcionamento da máquina, basta que os inúmeros funcionários contratados pela prefeitura (a troca de apoio político) passe a dar expediente no seu ambiente de trabalho que a coisa anda. Basta que onde tem um telefone, exista apenas um telefonista e não três batendo cabeça. Basta que não existam funcionários fantasmas como já foi mais que comprovado, porém ignorados, em outra oportunidade.
Para que a coisa pública funcione basta que se chame os aprovados no concurso público, exija deles o serviço de qualidade; que metade dos cargos comissionados sejam exonerados, enxugando assim a folha salarial; que não hajam fantasmas; que o contratado realmente preste as seis horas de expediente...ou seja, falta pulso. Falta vontade política.
Certamente é muito mais fácil corrigir esses problemas expostos acima do que enfrentar o desgaste da infeliz ideia de se aumentar a carga horária do já sofrido servidor público lajedense.
A
preocupação e por hora, revolta do internauta, se deu, aparentemente, pela discussão do estatuto do servidor público municipal que vem sendo realizada pelo poder público municipal há pelo menos dois meses.
A
maior preocupação, não só deste internauta funcionário público, mas também da maioria dos demais servidores municipais é que comentários nos bastidores da prefeitura e da câmara municipal dão conta de que a intenção do Poder Executivo é de ampliar a carga horária de todos os servidores para oito horas diárias. Para isso basta que o novo estatuto seja aprovado pela câmara, algo provável se levarmos em conta que a maioria é da base governista.
Porém ainda é cedo para se desesperar. Alguns vereadores, inclusive da situação, já garantiram em off para algumas pessoas, que já mais votariam a favor de tal mudança. Outro porém: Ainda não se sabe se realmente essa é a real intenção do executivo. Afinal, setores da sociedade civil estão discutindo as mudanças no estatuto.
Levando em consideração que toda essa discussão seja apenas para melhorar a máquina pública e que o servidor não será prejudicado em nenhuma hipótese, é uma boa discussão. Agora tomando por base os comentários que circulam pelos bastidores políticos da cidade, é de extrema necessidade e bom senso que a carga horária dos servidores não seja alterada, o que acarretaria numa série de problemas que talvez não tenha sido calculada por alguns políticos.
Economicamente analisando, a cidade perderia e muito com o aumento da carga horária. Primeiro por que como os servidores tendo que dar expediente em dois turnos, a renda extra estaria comprometida e, funcionário público de Lajedo que não tiver uma renda complementar corre o risco de morrer de fome, haja vista a defasagem que o salário teve nos últimos anos. (Aliás, vereadores ao invés de ficarem fazendo média com funcionários da Casa por que não lutam pela valorização salarial do funcionalismo público? Nos últimos dois anos os funcionários da Câmara já tiveram 22% de aumento. E os servidores? Tem servidor que é vereador. Onde está o bom senso? Depois não venham pedir voto para os funcionários públicos...que os digam os motoristas que outro dia foram chamados de putas por um ex-vereador e hoje ganham um salário mínimo, muito abaixo dos quase três que recebiam há 15 anos atrás. E o aumento proporcional? Acordem vereadores. Façam seus papeis. A eleição vem aí).
A
gora analisando do ponto de vista do funcionamento da máquina, basta que os inúmeros funcionários contratados pela prefeitura (a troca de apoio político) passe a dar expediente no seu ambiente de trabalho que a coisa anda. Basta que onde tem um telefone, exista apenas um telefonista e não três batendo cabeça. Basta que não existam funcionários fantasmas como já foi mais que comprovado, porém ignorados, em outra oportunidade.
Para que a coisa pública funcione basta que se chame os aprovados no concurso público, exija deles o serviço de qualidade; que metade dos cargos comissionados sejam exonerados, enxugando assim a folha salarial; que não hajam fantasmas; que o contratado realmente preste as seis horas de expediente...ou seja, falta pulso. Falta vontade política.
Certamente é muito mais fácil corrigir esses problemas expostos acima do que enfrentar o desgaste da infeliz ideia de se aumentar a carga horária do já sofrido servidor público lajedense.









