Descrevendo o presente, por Paulo Henrique

Postado por O Jornal
22 de Dezembro de 2011
Neste mês de novembro, vivenciamos a maior Manifestação religiosa de nosso município, a tradicional “Festa do Socorro” bem mais festejada, até mesmo que a do nosso padroeiro, já é uma tradição marcante, que perdura a pouco mais de 80 anos. Este ano a festa protagonizou um importante acontecimento que se tornou perpetuo em nossa história, com a inauguração da nova Capela, uma belíssima obra arquitetônica, fruto de empenho e dedicação da direção paroquial e a colaboração da sociedade lajedense. O projeto de construção da mesma, começou a sair do papel em julho de 2007, tendo como arquiteto o Pe. Silvano, de Caruaru, fazendo um projeto para resgatar os traços originais da antiga capela, construída por antepassados lajedenses em cumprimento de uma promessa.
A festa do socorro é um de nossos grandes Patrimônios cultural imaterial, de Lajedo. Esse ano sua organização gerou polemica nas redes sociais, com relação às atrações. A meu ver é importante a participação de artistas de renome nacional, mas, sobretudo, é necessário primar às atrações artísticas naturais de nossa terra; a escolha das atrações deveria ser feito de forma democrática, utilizando como referência a vontade popular, o que garantiria a adesão as decisões tomadas, e seria uma motivação para o aperfeiçoamento e consequentemente, o crescimento, cada vez maior desse importante evento em nosso município.
Não é por acaso que todo finalzinho do mês de novembro se unem os fiéis católicos para louvar a Nossa Sª do Perpétuo Socorro, há um fato Histórico, que foi de grande representatividade para os nossos ancestrais, é de suma importância uma melhor estruturação da mesma, visando o seu crescimento, não só em quantidade, mas, primordialmente em qualidade, a fim de que nossa posteridade também goze dessa expressão máxima da cultura, religiosidade e tradição lajedense.

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