Em 2009, o Congresso Nacional aprovou emenda que determina um numero máximo de vereadores de acordo com cada município. Lajedo pode ter até 13 (municípios com população entre 30.000 e 50.000 habitantes deve ter de nove a treze parlamentares). A lei estabelece o limite de vagas, mas não exige que as câmaras tenham de preenchê-las completamente.
Ainda de acordo com a legislação o aumento no número de vagas não deve exonerar os cofres públicos, uma vez que o salário dos novos vereadores devem ser pagos com o mesmo ordenado advindo do duodécimo. A tendência é que vereadores tenham seus salários divididos com os demais, diminuindo assim o salário dos vereadores ou que assessores parlamentares sejam demitidos. Fato é que a Câmara terá que pagar pelos vereadores com a mesma verba atual.
Rolava nos bastidores da Câmara Municipal de Lajedo que opositores e grupo de situação já teriam definido suas respectivas posturas na votação. Segundo o que tínhamos apurado, a oposição votaria em massa pelo aumento das quatro cadeiras (13); já a situação estaria dividida entre a possibilidade de se ter 11 ou 13 vagas, mas não permanecer nas nove atuais. Um dos seis vereadores da base governistas teria afirmado para funcionários da Casa que iria se abster do voto. Restava então a população esperar as cenas do próximo capítulo que teve seu desfecho no último dia 26 de setembro quando, por unanimidade, foi aprovado o aumento do número de legisladores para 13.
Ainda de acordo com a legislação o aumento no número de vagas não deve exonerar os cofres públicos, uma vez que o salário dos novos vereadores devem ser pagos com o mesmo ordenado advindo do duodécimo. A tendência é que vereadores tenham seus salários divididos com os demais, diminuindo assim o salário dos vereadores ou que assessores parlamentares sejam demitidos. Fato é que a Câmara terá que pagar pelos vereadores com a mesma verba atual.
Rolava nos bastidores da Câmara Municipal de Lajedo que opositores e grupo de situação já teriam definido suas respectivas posturas na votação. Segundo o que tínhamos apurado, a oposição votaria em massa pelo aumento das quatro cadeiras (13); já a situação estaria dividida entre a possibilidade de se ter 11 ou 13 vagas, mas não permanecer nas nove atuais. Um dos seis vereadores da base governistas teria afirmado para funcionários da Casa que iria se abster do voto. Restava então a população esperar as cenas do próximo capítulo que teve seu desfecho no último dia 26 de setembro quando, por unanimidade, foi aprovado o aumento do número de legisladores para 13.









