No último dia 24 de agosto, o Conselho Tutelar de Lajedo recebeu uma denúncia anônima dando conta de que crianças de 10 a 13 anos tinham sido submetidas a uma revista, onde tiveram que ficar apenas de cueca (meninos) e calcinha (meninas). O fato ocorreu na turma do ACELERA do Colégio Campel (Centro de Aprendizagem Municipal Padre Emilio Lins).
Diante da denúncia, o Conselho Tutelar, através da conselheira Maria Irenir foi apurar os fatos e constatou no dia 26 do mesmo mês que a denúncia procedia. Foram ouvidos funcionários e alunos da escola e todos confirmaram a denúncia. Narrando a mesma versão dos fatos.
De acordo com um dos funcionários, eles tiveram que realizar o procedimento por determinação da vice-diretora da escola, Maria Umbelina. Segundo os funcionários ouvidos, a principio eles teriam ido a direção da escola para serem orientados no que fazer a respeito de um celular e R$ 11,00 que havia desaparecido. Ainda de acordo com o funcionário, que terá sua identidade preservada, a orientação da vice-diretora foi para que os alunos fossem encaminhados para uma sala onde seriam revistados. Os funcionários ainda chegaram a se negar a realizar a revista, mas Umbelina teria afirmado categoricamente. “Eu estou mandando.”
Diante desta ordem da direção, a revista foi realizada e os alunos expostos a este ridículo que fere diretamente o Artigo 18 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) “É dever de todos zelar pela dignidade da criança e do adolescente pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.
A conselheira tutelar, Maria Irenir fez relatório do caso e o encaminhou para o Ministério Público no último dia seis de setembro.
“É importante conscientizar a população a respeito de casos como esses. As pessoas precisam denunciar no Conselho Tutelar e no próprio Ministério Público para que situações como essas não se repitam e os responsáveis não fiquem impunes”, orienta a conselheira. “A gente está sempre à disposição da população das 8 às 12 e das 14 ás 17h30. As pessoas podem ir diretamente no Conselho que fica localizado em frente ao Posto Centro (antiga Gapel) ou realizarem as denúncias anônimas através dos fones: (87) 8105.6951 ou 3773-4710”, completou.
A reportagem procurou a secretária de educação que não se encontrava na secretaria, mas foi informada que medidas já tinham sido tomadas a respeito do caso.
Com relação a vice-diretora, fomos até a escola Campel e lá informados que ela já estaria, inclusive, licenciada do cargo provisoriamente, a pedido da Executiva de Educação da cidade.
Segundo o Conselho Tutelar, o caso já está sendo apurado pelo Ministério Público.
Diante da denúncia, o Conselho Tutelar, através da conselheira Maria Irenir foi apurar os fatos e constatou no dia 26 do mesmo mês que a denúncia procedia. Foram ouvidos funcionários e alunos da escola e todos confirmaram a denúncia. Narrando a mesma versão dos fatos.
De acordo com um dos funcionários, eles tiveram que realizar o procedimento por determinação da vice-diretora da escola, Maria Umbelina. Segundo os funcionários ouvidos, a principio eles teriam ido a direção da escola para serem orientados no que fazer a respeito de um celular e R$ 11,00 que havia desaparecido. Ainda de acordo com o funcionário, que terá sua identidade preservada, a orientação da vice-diretora foi para que os alunos fossem encaminhados para uma sala onde seriam revistados. Os funcionários ainda chegaram a se negar a realizar a revista, mas Umbelina teria afirmado categoricamente. “Eu estou mandando.”
Diante desta ordem da direção, a revista foi realizada e os alunos expostos a este ridículo que fere diretamente o Artigo 18 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) “É dever de todos zelar pela dignidade da criança e do adolescente pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.
A conselheira tutelar, Maria Irenir fez relatório do caso e o encaminhou para o Ministério Público no último dia seis de setembro.
“É importante conscientizar a população a respeito de casos como esses. As pessoas precisam denunciar no Conselho Tutelar e no próprio Ministério Público para que situações como essas não se repitam e os responsáveis não fiquem impunes”, orienta a conselheira. “A gente está sempre à disposição da população das 8 às 12 e das 14 ás 17h30. As pessoas podem ir diretamente no Conselho que fica localizado em frente ao Posto Centro (antiga Gapel) ou realizarem as denúncias anônimas através dos fones: (87) 8105.6951 ou 3773-4710”, completou.
A reportagem procurou a secretária de educação que não se encontrava na secretaria, mas foi informada que medidas já tinham sido tomadas a respeito do caso.
Com relação a vice-diretora, fomos até a escola Campel e lá informados que ela já estaria, inclusive, licenciada do cargo provisoriamente, a pedido da Executiva de Educação da cidade.
Segundo o Conselho Tutelar, o caso já está sendo apurado pelo Ministério Público.









