Há 62 anos Lajedo surgia de uma promessa feita pelo então governador na época, Barbosa Lima de transformar o pequeno distrito de Canhotinho em cidade. A Lei 377 de 24 de dezembro de 1948, fez nascer o menor município pernambucano em extensão e uma futura grande potencia estadual, se analisada pela sua favorecida localização geográfica.
De lá para cá vários prefeitos assumiram o cargo máximo da política lajedense, mas os problemas só aumentavam. A cidade que iniciou unida num só objetivo passou a ser dividida politicamente e surgiu os grupos branco e preto.
Boa ideia na época? Talvez! Mas, o que era para ser grupos políticos lutando por um objetivo maior, transformou-se em duas facções dispostas a qualquer custo ostentar do poder que a política proporciona.
Entre tantas promessas, hoje vivemos um caos na saúde pública. A exemplificar pelo hospital, não temos médicos 24 horas por dia, tampouco sete dias por semana. Aos Finais de semana a população fica a mercê da sorte. Isso se tratando de atendimento médico, pois de estrutura hospitalar já estão na draga há 62 anos.
A segurança pública da cidade é deficiente. Crimes, assaltos e outras atrocidades já se tornaram rotina na vida do cidadão lajedense e nada é feito para solucionar esses problemas. Não é preciso forçar muito a memória para se recordar de amigos, vizinhos ou conhecidos que já passaram por apuros em virtude da insegurança instalada da cidade. O tráfico de droga é visto a olhos nu pela população, mas estranhamente passa despercebido pelas autoridades. Falta de lazer, assistência social e outras iniciativas públicas de recuperação são apenas alicerce desse mal que assola os jovens lajedenses e por conseqüência atormenta a vida dos demais moradores que convivem lado a lado com o medo de ser assaltado por um jovem na ânsia de financiar seu vicio com o dinheiro alheio.
Sair às ruas no período noturno é quase que um desafio para o lajedense que ainda é obrigado a ‘aceitar’ o despreparo e falta de comprometimento da polícia que se quer está apta a receber uma vitima na delegacia ou disposta a atender um telefonema que pode lhe passar informações importantes.
Parece que o que mais está faltando a nossa cidade é um povo que não tema político, que saía as ruas atrás de seus direitos, sem nunca esquecer de seus deveres, mas que acima de tudo lute por uma sociedade mais justa, igualitária e segura. Estamos, ao que parece transparecer, longe de presenciarmos o povo indo as ruas reivindicar seus direitos.
Pelo visto, será necessários outros derramarem mais sangue, outros serem desprezados na filado hospital para que a sociedade se eduque e reivindique seus direitos. Vivenciando atentamente este nosso cenário só resta acreditar que a educação irá salvar as futuras gerações, mas que educação se o povo não tem acesso a uma de qualidade?
Resta torcer para que os eleitores não caiam mais uma vez no manjado golpe dos políticos lajedenses ainda tão na moda mesmo depois de 62 anos de histórias.
Promessas e mais promessas nunca cumpridas, porém sustentadas no favorecimento de uns em detrimentos de todos...
De lá para cá vários prefeitos assumiram o cargo máximo da política lajedense, mas os problemas só aumentavam. A cidade que iniciou unida num só objetivo passou a ser dividida politicamente e surgiu os grupos branco e preto.
Boa ideia na época? Talvez! Mas, o que era para ser grupos políticos lutando por um objetivo maior, transformou-se em duas facções dispostas a qualquer custo ostentar do poder que a política proporciona.
Entre tantas promessas, hoje vivemos um caos na saúde pública. A exemplificar pelo hospital, não temos médicos 24 horas por dia, tampouco sete dias por semana. Aos Finais de semana a população fica a mercê da sorte. Isso se tratando de atendimento médico, pois de estrutura hospitalar já estão na draga há 62 anos.
A segurança pública da cidade é deficiente. Crimes, assaltos e outras atrocidades já se tornaram rotina na vida do cidadão lajedense e nada é feito para solucionar esses problemas. Não é preciso forçar muito a memória para se recordar de amigos, vizinhos ou conhecidos que já passaram por apuros em virtude da insegurança instalada da cidade. O tráfico de droga é visto a olhos nu pela população, mas estranhamente passa despercebido pelas autoridades. Falta de lazer, assistência social e outras iniciativas públicas de recuperação são apenas alicerce desse mal que assola os jovens lajedenses e por conseqüência atormenta a vida dos demais moradores que convivem lado a lado com o medo de ser assaltado por um jovem na ânsia de financiar seu vicio com o dinheiro alheio.
Sair às ruas no período noturno é quase que um desafio para o lajedense que ainda é obrigado a ‘aceitar’ o despreparo e falta de comprometimento da polícia que se quer está apta a receber uma vitima na delegacia ou disposta a atender um telefonema que pode lhe passar informações importantes.
Parece que o que mais está faltando a nossa cidade é um povo que não tema político, que saía as ruas atrás de seus direitos, sem nunca esquecer de seus deveres, mas que acima de tudo lute por uma sociedade mais justa, igualitária e segura. Estamos, ao que parece transparecer, longe de presenciarmos o povo indo as ruas reivindicar seus direitos.
Pelo visto, será necessários outros derramarem mais sangue, outros serem desprezados na filado hospital para que a sociedade se eduque e reivindique seus direitos. Vivenciando atentamente este nosso cenário só resta acreditar que a educação irá salvar as futuras gerações, mas que educação se o povo não tem acesso a uma de qualidade?
Resta torcer para que os eleitores não caiam mais uma vez no manjado golpe dos políticos lajedenses ainda tão na moda mesmo depois de 62 anos de histórias.
Promessas e mais promessas nunca cumpridas, porém sustentadas no favorecimento de uns em detrimentos de todos...









