Quase 3.800 servidores presentes nas folhas de pagamentos de prefeituras e câmaras municipais pernambucanas moram em Estados que nem sequer fazem divisa com Pernambuco, apontou levantamento feito pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado).
Esses funcionários estão no Maranhão, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso, entre outros Estados.
O Tribunal de Contas do Estado identificou ainda outras três pessoas que deveriam bater ponto, mas vivem na Europa --na Albânia, na Áustria e em Liechtenstein.
Segundo a gerente de auditoria de tecnologia de informação do TCE, Regina Ximenes, mais de 7.000 servidores foram contratados durante o período eleitoral em 2004 e 2008 --nos três meses anteriores às eleições municipais--, o que é proibido.
O TCE abriu processos administrativos, e agora as prefeituras e Câmaras terão de explicar o que ocorreu.
RESSARCIMENTO
Eles podem determinar, por exemplo, a devolução de valores pagos indevidamente e a exoneração de quem não bate ponto.
Quando houver suspeitas, os casos também podem ser encaminhados para o Ministério Público.
Não foram divulgados os nomes das pessoas nem os municípios que apresentaram mais irregularidades.
Mas o TCE informou que todas as 169 prefeituras que passaram informações, inclusive Recife, apresentaram algum problema --e faltam dados de 15, que não atenderam convocações anteriores do tribunal e foram notificadas.
Esses funcionários estão no Maranhão, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso, entre outros Estados.
O Tribunal de Contas do Estado identificou ainda outras três pessoas que deveriam bater ponto, mas vivem na Europa --na Albânia, na Áustria e em Liechtenstein.
Segundo a gerente de auditoria de tecnologia de informação do TCE, Regina Ximenes, mais de 7.000 servidores foram contratados durante o período eleitoral em 2004 e 2008 --nos três meses anteriores às eleições municipais--, o que é proibido.
O TCE abriu processos administrativos, e agora as prefeituras e Câmaras terão de explicar o que ocorreu.
RESSARCIMENTO
Eles podem determinar, por exemplo, a devolução de valores pagos indevidamente e a exoneração de quem não bate ponto.
Quando houver suspeitas, os casos também podem ser encaminhados para o Ministério Público.
Não foram divulgados os nomes das pessoas nem os municípios que apresentaram mais irregularidades.
Mas o TCE informou que todas as 169 prefeituras que passaram informações, inclusive Recife, apresentaram algum problema --e faltam dados de 15, que não atenderam convocações anteriores do tribunal e foram notificadas.









