Pegos de surpresa, o servidor só ficou sabendo no momento em que foram retirar seus pagamentos na agencia bancária. Inclusive, a professora, Patrícia, revelou que a própria secretária de educação, Maria Emília, só tomou conhecimento da ação após falar sobre o assunto no mesmo dia pela manhã.
A decisão do executivo em relação ao corte foi entendida pelos sindicalistas como uma ação de repressão ao movimento trabalhista sindical, pois alegam que tal atitude tem a intenção de dificultar e enfraquecer os trabalhos que estão sendo desenvolvidos pelo sindicato, já que teoricamente o contribuinte fica imotivado.
Entretanto, se o plano do executivo era de desestabilizar a organização financeira e funcional do sindicato, garantem os diretores do SISPUL, que a intenção teve efeito inverso, pois todos associados estão se dirigindo pessoalmente a sede, que fica na Avenida 19 de Maio, estreitando mais ainda o vinculo entre associado e sindicato, já que se trata de um momento de aproximação dos mesmos, por conta das eleições marcadas para o dia 05 de abril deste ano.
Contudo, todos servidores associados agora deverão fazer sua contribuição sindical na própria sede do SISPUL.
AÇÃO NO FÓRUM
A última movimentação de maior repercussão dos servidores públicos de Lajedo, envolveu vários funcionários do serviço de limpeza pública da secretaria de infra-estrutua e obras. Recentemente algumas reivindicações como uniformes e matérias de trabalhos foram atendidas, resultado de muitos embates, entre o secretário Luis Ferreira e os servidores. Porém o nem tudo foi resolvido, sendo assim, eles compareceram em grande número ao fórum da cidade, onde exigiram do Ministério Público um posicionamento de definições com relação a carga horária de serviço dos respectivos servidores. Atualmente a carga horária deles é de 44hs., mas segundo o SISPUL, de acordo com a lei 807 do estatuto do município em vigor, seria apenas de 30hs, com exceção apenas de profissionais excepcionais e plantão. As leis do estatuto do município foram adotadas através do estatuto do estado.
No fórum, acompanhados da atual presidenta do SISPUL, Mônica Simões, conversam com a promotora substituta, que preferiu que deixassem o assunto para ser tratado com a representante titular. Posteriormente, a promotora titular, Márcia Amorim, alegou que precisaria de mais tempo para se pronunciar a respeito do caso, por conta de outros processos a serem priorizados, e que talvez na próxima terça (8) já tivesse um parecer sobre a legitimidade das reivindicações dos servidores.









