Reforço policial é solicitado para votação de projeto
Postado por Jornal Tribuna do Agreste26 de Dezembro de 2011
A votação da reestruturação
do quadro de funcionários
do município
de Calçado realizada no mês de
novembro foi motivo de grande
polêmica na cidade. Segundo informações
da bancada de oposição,
o projeto provocou indignação
nos servidores sob alegação
de incoerência trabalhista, pois
um dos pontos mais rebatidos foi relacionado as gratificações
salariais. Segundo os vereadores
de oposição, Carlos Roberto
(PSD), Cláudio Romero (PSB)
e Arlindo Mora¬es (PSD), a
aplicação do projeto efetivou a
redução das gratificações dos
servidores recebedores de insalubridade
de 20% para 10%,
enquanto os cargos comissionados,
ou seja, os funcionários públicos
nomeados pelo prefeito
terão suas gratificações elevadas
para 100%, em que o executivo
aplicará através de decreto.
Na primeira reunião, os servidores
compareceram em grande
número na casa legislativa,
promovendo vários manifestos
inflamados, em que vaiaram alguns
dos vereadores de situação,
consequentemente, resultando em discussões de tons alterados.
Mas na segunda e última reunião
de votação, o projeto acabou
sendo aprovado, porém
com a presença de policiais na
câmara. Pois antes da reunião,
com receio da revolta dos funcionários
públicos, a mesa diretora
solicitou o reforço policial.
Indignado, o vereador Carlos
Roberto considerou o projeto um abuso de poder de oportunismo,
seguido de crime aos
direitos trabalhistas. “Isso é
inadmissível! Estão usando a
máquina pública para valorizar
uns e desvalorizar outros e
sempre na ordem de cima para
baixo, onde os pequenos sempre
são os prejudicados para dar
comodidade aos maiores. Essa
desigualdade mostra de forma clara qual era o interesse deles
em chegar ao poder. Com isso,
esse governo mostra sua verdadeira
cara e revela que pratica a
falta de ética abusando do poder,
usando os cofres públicos
em benefício próprio e de apadrinhados,
além de desrespeitar
os direitos e as conquistas dos
trabalhadores”. Protestou o vereador.
do quadro de funcionários
do município
de Calçado realizada no mês de
novembro foi motivo de grande
polêmica na cidade. Segundo informações
da bancada de oposição,
o projeto provocou indignação
nos servidores sob alegação
de incoerência trabalhista, pois
um dos pontos mais rebatidos foi relacionado as gratificações
salariais. Segundo os vereadores
de oposição, Carlos Roberto
(PSD), Cláudio Romero (PSB)
e Arlindo Mora¬es (PSD), a
aplicação do projeto efetivou a
redução das gratificações dos
servidores recebedores de insalubridade
de 20% para 10%,
enquanto os cargos comissionados,
ou seja, os funcionários públicos
nomeados pelo prefeito
terão suas gratificações elevadas
para 100%, em que o executivo
aplicará através de decreto.
Na primeira reunião, os servidores
compareceram em grande
número na casa legislativa,
promovendo vários manifestos
inflamados, em que vaiaram alguns
dos vereadores de situação,
consequentemente, resultando em discussões de tons alterados.
Mas na segunda e última reunião
de votação, o projeto acabou
sendo aprovado, porém
com a presença de policiais na
câmara. Pois antes da reunião,
com receio da revolta dos funcionários
públicos, a mesa diretora
solicitou o reforço policial.
Indignado, o vereador Carlos
Roberto considerou o projeto um abuso de poder de oportunismo,
seguido de crime aos
direitos trabalhistas. “Isso é
inadmissível! Estão usando a
máquina pública para valorizar
uns e desvalorizar outros e
sempre na ordem de cima para
baixo, onde os pequenos sempre
são os prejudicados para dar
comodidade aos maiores. Essa
desigualdade mostra de forma clara qual era o interesse deles
em chegar ao poder. Com isso,
esse governo mostra sua verdadeira
cara e revela que pratica a
falta de ética abusando do poder,
usando os cofres públicos
em benefício próprio e de apadrinhados,
além de desrespeitar
os direitos e as conquistas dos
trabalhadores”. Protestou o vereador.









