Muro de escola desaba sobre aluno em SBU

Postado por Jornal Tribuna do Agreste
01 de Abril de 2010
O vereador Washington cadete (PR) apresentou nesta semana, o relato de um acidente, onde um menino de 8 anos de idade foi vítima do desabamento de parte de um muro na Escola Carlos Rios, localizada no distrito Espírito Santo, em São Bento do Una. A vítima foi socorrida por um popular que o levou para o pai da criança. Em seguida, o pai da criança fretou um veículo para levá-lo para o hospital da cidade. Chegando ao destino, de lá, o menino foi encaminhado para o Recife, onde recebeu cuidados médicos. Os transtornos do pai da criança só estavam começando, pois não havia por parte de seu município, um veículo a sua disposição para seu retorno. Segundo informações do vereador, o homem foi obrigado a vender alguns de seus animais para custear as viagens O episódio resultou em muitas críticas por parte do vereador, Washington, que há um ano, já havia visitado a unidade escolar, alertando sobre as precariedades da estrutura física, onde apontava rachaduras como um perigo para os conviventes do ambiente. “É lamentável o estado físico da escola, e mais lamentável o silêncio da Câmara, que fecha os olhos, para estes e outros fatos como o da escola Paulo Cordeiro de Farias Júnior, que reformada há menos de cinco meses e ameaça cair, com rachaduras na estrutura e com as vigas de sustentação do teto cedendo, como já mostrado antes. Bem como, fecha os olhos para o fato dos carros da Secretaria de Saúde, não prestarem aos seus fins, que é o transporte de pacientes, e sim para viagens de veraneio da cúpula da administração da Secretaria e seus apadrinhados. Comunicamos o fato, ao Ministério Público Estadual e ao Tribunal de Contas, para procederem com as providências necessárias”. Comentou o vereador. No mês de março, o vereador Washington, também já havia divulgado outro caso da mesma natureza, onde apresentou imagens da Escola Paulo Cordeiro de Farias Junior, localizada no Loteamento Boa Esperança. A escola havia passado por uma reformada e cinco meses depois teve que ser reparada novamente. Segundo os pais de alguns alunos que levaram a denúncia ao vereador, o motivo da insegurança eram rachaduras na estrutura do prédio e a montagem do telhado com madeiras de espessura não apropriadas para sustentação do telhado. O fato se comprovou após o telhado visivelmente ceder e comprometer o forro interno de gesso.

Compartilhe esta notícia