Após a conclusão da primeira parte do cronograma de atividades reservada para o dia, todos seguiram até a sede do Governo Municipal da cidade, trajeto em que distribuíram vários panfletos que ilustravam números de repasses financeiros para o sistema de educação do município, no qual se baseavam para seus protestos.
Mesmo com a confirmação da ausência do prefeito na ocasião, a parada na prefeitura serviu para que os mobilizadores da assembléia pública cantassem o hino nacional. Em seguida, caminharam até a Casa do Poder Legislativo lajedense. Nesta etapa, se juntaram ao movimento os vereadores, Rossine Blesmani e Lêda Machado.
No entanto, por se tratar também de um educador, a ausência do vereador Potó, presidente da câmara, foi alvo de críticas por parte dos manifestantes. Inclusive, informações de que ele estaria disperso a poucos metros do manifesto, motivou ainda mais o sentimento de decepção entre os educadores do ato público.
Ao final da Assembléia, foi lida a pauta de reivindicações, destacando que entre os pontos fundamentais está a busca pela educação de qualidade e valorização profissional.
“Tendo cumprido o papel de informar a população de que a educação precisa melhorar e que os filhos de Lajedo precisam de algo melhor, foi decidido em votação entre eles”. Comentou a presidente do SISPUL, Monica Simões, que ainda aguarda resposta do poder executivo.
Quanto ao vereador Potó, ele se defendeu afirmando que o movimento teve cunho político. “Não estar presente no ato do SISPUL resume-se simplesmente por que teve explicitamente cunho político e não reivindicatório como deveria ser. Portanto, se o sindicato tivesse agido como na audiência pública realizada na Câmara de Vereadores, estaria presente sim e defendendo os interesses da classe da qual faço parte”.









