Legalização do aborto

Postado por Jornal O Estudante
01 de Julho de 2010

Ultimamente, a legalização do aborto tem sido motivo de muita polêmica na sociedade. Empresas e fundações multibilionárias como a do americano John Rockefeller III, Fundação MacArthur e a Fundação David and Lucile Packard, têm sido apontadas como responsáveis pelo investimento de milhões de reais em propagandas subliminares e escancaradas a favor do aborto. Números falsos são anunciados na tentativa de convencer o povo de que a “onda” agora é assassinar fetos, embriões, ou melhor, seres humanos. A Igreja Católica é, diariamente, lançada contra o povo pela mídia nacional, que diz que a Igreja é muito tradicionalista. Por outro lado, o mercado do aborto defende com unhas e dentes que, essa chacina que tentam legalizar, é questão de saúde pública ou ainda defesa dos direitos da mulher. Pesquisas foram, supostamente, forjadas para induzir o povo de que a solução é o aborto e que todos querem isso. Em 2003 apenas 10% dos brasileiros eram a favor do aborto e em 2005 resumiram-se a apenas 3%. O deputado Durval Orlato lançou o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) que protege os nascituros, então este projeto que soma-se a Constituição Federal, torna crime o interrompimento de gravidez, independente de ser causa de estupro ou de risco a mãe. No jornal da USP pesquisadores dizem o seguinte: "o embrião, mesmo com algumas horas de existência,
já é um ser humano. A partir desse fundamento, as pesquisas que envolvam o sacrifício de embriões humanos, eufemisticamente denominadas de 'clonagem terapêutica', são inaceitáveis, pois desvirtuam o próprio sentido da investigação científica". Atualmente no Brasil a pratica do aborto é crime.

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