Lançamento do livro "Lajedo uma história de lutas, conquistas e glórias"
Postado por Portal Lajedo23 de Setembro de 2011
O escritor lajedense Paulo Henrique, lançou o livro "Lajedo uma história de lutas, conquistas e glórias" no dia 20 de setembro de 2011 às 19:00, no Café Cultural Professor Vilaça, onde esteve presentes amigos, familiares e outros.
Paulo Henrique, ainda fez um discurso no qual dizia:
Minhas senhoras, meus senhores, e por que não dizer queridos lajedenses:
É para mim uma grande alegria, ter o privilegio de provocar neste dia memorável, um encontro com a nossa história que concerteza será um resgate de méritos e memórias de muitas famílias lajedenses, que merecem figurar na galeria de cidadãos ilustres de nossa terra.
Faço minhas as palavras do escritor Casimiro de Abreu em sua versão da Canção do Exilio, quando disse: Todos cantam sua terra, também vou cantar a minha, nas débeis cordas da Lira, hei de fazê-la rainha; hei de dar-lhe a realeza, nesse trono de beleza, em que a mão da natureza, esmerou-se em quanto tinha… … É uma terra de amores, alcatifada de flores, onde a brisa fala amores, nas belas tardes de Abril… …Tem tantas belezas, tantas, a minha terra natal, que nem as sonha um poeta e nem as canta um mortal”…
É de suma importância preservar a história local e ao mesmo tempo democratizar o acesso a essas fontes históricas, pois sem História perdemos nossa identidade enquanto povo, sociedade, família, indivíduo. Perdemos o próprio significado da cidadania e do que somos.
Eu como estudante e cidadão lajedense, visando à importância da preservação da memória histórica para uma sociedade, e paralelamente percebendo como a nossa história estava esquecida, senti o desejo de promover a preservação da história lajedense, pois a mesma representa o produto do processo cultural de nosso povo.
Movido por esse sentimento, durante um ano realizei uma minuciosa pesquisa, e o uso organizado e sistemático de todos os dados coletados, resultaram no livro Lajedo – Uma Emocionante História de Lutas Conquistas e Glórias. Esse livro proporcionará aos seus leitores uma viagem no tempo, para reviver todos os momentos históricos do nosso município. O ponto de partida para este estudo é no ano de 1500, quando Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil, e a partir da colonização de nosso país, passamos a compreender como aconteceu o processo de colonização de Pernambuco, do Agreste e consequentemente de Lajedo. Essa história que tem início em um espaço de terra ainda sem habitantes é estendida até os dias da atualidade, onde vemos passo a passo da construção do Lajedo que hoje está disponível aos nossos olhos, sendo destaque, com relação as suas cidades vizinhas.
O objetivo dessa obra literária é perpetuar a memória institucional do nosso município em seus mais diversos aspectos: administrativo, econômico, social, religioso e cultural; e ao mesmo tempo democratizar o acesso a esse bem cultural. A sociedade lajedense precisa conhecer a sua história, pois a mesma irá proporcionar à população o acesso à memória coletiva, para conhecer e interpretar o passado e assim constituir no presente a sua identidade cultural. Assim passaremos a compreender melhor a nossa cidade atribuindo-lhe novo valor, e intervindo positivamente nela.
Ninguém escreve um livro sozinho, sem a colaboração de outras pessoas. Essa obra surgiu não apenas do meu esforço, mas graças a muitas outras pessoas que contribuíram com seu tempo e talentos. Agradeço a Deus primordialmente pelo Dom da Vida, por me iluminar com sua força celestial nos momentos de alegrias e tristezas, e pela determinação que colocou em meu coração de ir à luta em busca de meus objetivos. Aos meus familiares, especialmente ao meu pai Paulo e minha mãe Cláudia, pelo apoio incondicional, incentivo e força ao longo dessa jornada. Agradeço também a todos que me auxiliaram nas pesquisas, com o fornecimento de dados, estando sempre disponíveis para tirar minhas dúvidas e esclarecer fatos históricos que vivenciaram ou até mesmo foram protagonistas, e ao mesmo tempo me confiando seus ricos acervos para maiores esclarecimentos sobre nossa história, são eles: Sr. Antônio de Oliveira, Sr. Antônio Dourado (In memorian), Sra. Adolfina Pacheco e a Sra. Terezinha Rosendo.
Não posso deixar de agradecer a todos os cidadãos lajedenses que me receberam em suas casas para falar um pouquinho de suas ações quando estiveram em plena atividade pelos poderes conferidos como prefeitos de Lajedo. A Câmara Municipal de Lajedo, na pessoa do ex-presidente Adelson Pereira, por deixar à dispor os arquivos da Câmara para maiores esclarecimentos, sobre a vida constitucional de Lajedo. A Maviael Bezerra e sua esposa Juciély e a Sra. Inez de Paula Medeiros, pela boa vontade, empenho e dedicação na revisão ortográfica e gramatical do livro. Agradeço a todos que me motivaram, diante das dificuldades para tornar esse sonho uma realidade dentre eles eu posso citar: Luis Vilaça, Tiago Barbosa, Maviael Bezerra, Cida Marcolino, Helena Quintino, Inez de Paula, Dôdo dentre outros; vocês se mostraram amigos certos nas horas insertas.
A todos os meus amigos pelo apoio e incentivo incondicional, desde aqueles mais próximos até aqueles mais distantes, meus sinceros agradecimentos a todos que contribuíram para a realização deste sonho, no qual faço da minha conquista um instrumento de gratidão.
Dedico este trabalho especialmente aos professores lajedenses, os considero meus heróis! Pois foram eles que me incentivaram a descobrir minhas potencialidades. Todas as áreas profissionais necessitam da intervenção do professor para serem aprendidas com eficácia e praticadas com habilidade. Vejo o professor como a alma da educação e o veículo para o progresso de Lajedo, sem ele será impossível adquirir a vitalidade, o equilíbrio e a força para fazer de Lajedo, um município comprometido com a formação de cidadãos, intelectualmente capazes de trazer cada dia mais o progresso a nosso município. Faço minhas as palavras do escritor Augusto Cury “O mundo pode não os aplaudir, mas o conhecimento mais lúcido da ciência tem de reconhecer que vocês são os profissionais mais importantes da sociedade”.
A realização deste trabalho, representou para mim um grande desafio, na vivência deste projeto aprendi lições que vou levar pra o resto de minha vida, e uma delas é que nós não nascemos com a genética para sermos vencedores ou perdedores, nossos sonhos são construídos ao longo de nossa vida, e se teremos ou não a alegria de tornar-los realidade, isso dependerá da nossa decisão, de lutar pelo que desejamos ou desistir na primeira dificuldade que encontrarmos; os problemas aparecerão, pois são inevitáveis, mas deixar-se derrotar por eles é uma opção.
Se nossos antepassados não tivessem tomado consciência desse poder, não haveria progresso. Einstein, Camões, Caxias, Osvaldo Cruz, Tiradentes, e tantos outros que se dedicaram ao progresso da humanidade e ao bem da nossa Pátria; foi porque eles em plena juventude tiveram um ideal, que hoje temos as mais belas e importantes criações na arte, na ciência e em tantos outros empreendimentos. Como também se os nossos antepassados lajedenses não tivessem tomado consciência desse poder e assumido responsabilidades com um espírito heróico, Lajedo ainda seria uma pequena vila subordinada à Canhotinho, o antigo sonho “viril e altaneiro” de nosso povo de emancipar Lajedo jamais teria acontecido.
Cada um de nós é o Lajedo do futuro e está em nossas mãos à responsabilidade de trazer cada dia mais o progresso a esta terra. Vamos todos, jovens, estudantes, cidadãos lajedenses, autoridades, nos unir por uma só causa, e o nome dessa causa se chama Lajedo, se chama o bem estar da família lajedense.
A conclusão deste trabalho não representa o fim, mas o início de futuras pesquisas e cooperação para a historiografia local, buscando fazer o que preciso para a preservação de nossa memória histórica.
Para finalizar não posso deixar de mais uma vez expressar, minha felicidade em contribuir com a historiografia local, proporcionando à atual e as futuras gerações de lajedenses, a conhecerem o que nós herdamos, fazemos e legamos. Lajedo receba esta homenagem deste teu modesto filho. “E agora, que a glória seja dada a Deus, o qual, por meio de seu poder que age em nós, pode fazer muito mais do que nós pedimos ou até pensamos”. (Efésios 3:20).
Paulo Henrique, ainda fez um discurso no qual dizia:
Minhas senhoras, meus senhores, e por que não dizer queridos lajedenses:
É para mim uma grande alegria, ter o privilegio de provocar neste dia memorável, um encontro com a nossa história que concerteza será um resgate de méritos e memórias de muitas famílias lajedenses, que merecem figurar na galeria de cidadãos ilustres de nossa terra.
Faço minhas as palavras do escritor Casimiro de Abreu em sua versão da Canção do Exilio, quando disse: Todos cantam sua terra, também vou cantar a minha, nas débeis cordas da Lira, hei de fazê-la rainha; hei de dar-lhe a realeza, nesse trono de beleza, em que a mão da natureza, esmerou-se em quanto tinha… … É uma terra de amores, alcatifada de flores, onde a brisa fala amores, nas belas tardes de Abril… …Tem tantas belezas, tantas, a minha terra natal, que nem as sonha um poeta e nem as canta um mortal”…
É de suma importância preservar a história local e ao mesmo tempo democratizar o acesso a essas fontes históricas, pois sem História perdemos nossa identidade enquanto povo, sociedade, família, indivíduo. Perdemos o próprio significado da cidadania e do que somos.
Eu como estudante e cidadão lajedense, visando à importância da preservação da memória histórica para uma sociedade, e paralelamente percebendo como a nossa história estava esquecida, senti o desejo de promover a preservação da história lajedense, pois a mesma representa o produto do processo cultural de nosso povo.
Movido por esse sentimento, durante um ano realizei uma minuciosa pesquisa, e o uso organizado e sistemático de todos os dados coletados, resultaram no livro Lajedo – Uma Emocionante História de Lutas Conquistas e Glórias. Esse livro proporcionará aos seus leitores uma viagem no tempo, para reviver todos os momentos históricos do nosso município. O ponto de partida para este estudo é no ano de 1500, quando Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil, e a partir da colonização de nosso país, passamos a compreender como aconteceu o processo de colonização de Pernambuco, do Agreste e consequentemente de Lajedo. Essa história que tem início em um espaço de terra ainda sem habitantes é estendida até os dias da atualidade, onde vemos passo a passo da construção do Lajedo que hoje está disponível aos nossos olhos, sendo destaque, com relação as suas cidades vizinhas.
O objetivo dessa obra literária é perpetuar a memória institucional do nosso município em seus mais diversos aspectos: administrativo, econômico, social, religioso e cultural; e ao mesmo tempo democratizar o acesso a esse bem cultural. A sociedade lajedense precisa conhecer a sua história, pois a mesma irá proporcionar à população o acesso à memória coletiva, para conhecer e interpretar o passado e assim constituir no presente a sua identidade cultural. Assim passaremos a compreender melhor a nossa cidade atribuindo-lhe novo valor, e intervindo positivamente nela.
Ninguém escreve um livro sozinho, sem a colaboração de outras pessoas. Essa obra surgiu não apenas do meu esforço, mas graças a muitas outras pessoas que contribuíram com seu tempo e talentos. Agradeço a Deus primordialmente pelo Dom da Vida, por me iluminar com sua força celestial nos momentos de alegrias e tristezas, e pela determinação que colocou em meu coração de ir à luta em busca de meus objetivos. Aos meus familiares, especialmente ao meu pai Paulo e minha mãe Cláudia, pelo apoio incondicional, incentivo e força ao longo dessa jornada. Agradeço também a todos que me auxiliaram nas pesquisas, com o fornecimento de dados, estando sempre disponíveis para tirar minhas dúvidas e esclarecer fatos históricos que vivenciaram ou até mesmo foram protagonistas, e ao mesmo tempo me confiando seus ricos acervos para maiores esclarecimentos sobre nossa história, são eles: Sr. Antônio de Oliveira, Sr. Antônio Dourado (In memorian), Sra. Adolfina Pacheco e a Sra. Terezinha Rosendo.
Não posso deixar de agradecer a todos os cidadãos lajedenses que me receberam em suas casas para falar um pouquinho de suas ações quando estiveram em plena atividade pelos poderes conferidos como prefeitos de Lajedo. A Câmara Municipal de Lajedo, na pessoa do ex-presidente Adelson Pereira, por deixar à dispor os arquivos da Câmara para maiores esclarecimentos, sobre a vida constitucional de Lajedo. A Maviael Bezerra e sua esposa Juciély e a Sra. Inez de Paula Medeiros, pela boa vontade, empenho e dedicação na revisão ortográfica e gramatical do livro. Agradeço a todos que me motivaram, diante das dificuldades para tornar esse sonho uma realidade dentre eles eu posso citar: Luis Vilaça, Tiago Barbosa, Maviael Bezerra, Cida Marcolino, Helena Quintino, Inez de Paula, Dôdo dentre outros; vocês se mostraram amigos certos nas horas insertas.
A todos os meus amigos pelo apoio e incentivo incondicional, desde aqueles mais próximos até aqueles mais distantes, meus sinceros agradecimentos a todos que contribuíram para a realização deste sonho, no qual faço da minha conquista um instrumento de gratidão.
Dedico este trabalho especialmente aos professores lajedenses, os considero meus heróis! Pois foram eles que me incentivaram a descobrir minhas potencialidades. Todas as áreas profissionais necessitam da intervenção do professor para serem aprendidas com eficácia e praticadas com habilidade. Vejo o professor como a alma da educação e o veículo para o progresso de Lajedo, sem ele será impossível adquirir a vitalidade, o equilíbrio e a força para fazer de Lajedo, um município comprometido com a formação de cidadãos, intelectualmente capazes de trazer cada dia mais o progresso a nosso município. Faço minhas as palavras do escritor Augusto Cury “O mundo pode não os aplaudir, mas o conhecimento mais lúcido da ciência tem de reconhecer que vocês são os profissionais mais importantes da sociedade”.
A realização deste trabalho, representou para mim um grande desafio, na vivência deste projeto aprendi lições que vou levar pra o resto de minha vida, e uma delas é que nós não nascemos com a genética para sermos vencedores ou perdedores, nossos sonhos são construídos ao longo de nossa vida, e se teremos ou não a alegria de tornar-los realidade, isso dependerá da nossa decisão, de lutar pelo que desejamos ou desistir na primeira dificuldade que encontrarmos; os problemas aparecerão, pois são inevitáveis, mas deixar-se derrotar por eles é uma opção.
Se nossos antepassados não tivessem tomado consciência desse poder, não haveria progresso. Einstein, Camões, Caxias, Osvaldo Cruz, Tiradentes, e tantos outros que se dedicaram ao progresso da humanidade e ao bem da nossa Pátria; foi porque eles em plena juventude tiveram um ideal, que hoje temos as mais belas e importantes criações na arte, na ciência e em tantos outros empreendimentos. Como também se os nossos antepassados lajedenses não tivessem tomado consciência desse poder e assumido responsabilidades com um espírito heróico, Lajedo ainda seria uma pequena vila subordinada à Canhotinho, o antigo sonho “viril e altaneiro” de nosso povo de emancipar Lajedo jamais teria acontecido.
Cada um de nós é o Lajedo do futuro e está em nossas mãos à responsabilidade de trazer cada dia mais o progresso a esta terra. Vamos todos, jovens, estudantes, cidadãos lajedenses, autoridades, nos unir por uma só causa, e o nome dessa causa se chama Lajedo, se chama o bem estar da família lajedense.
A conclusão deste trabalho não representa o fim, mas o início de futuras pesquisas e cooperação para a historiografia local, buscando fazer o que preciso para a preservação de nossa memória histórica.
Para finalizar não posso deixar de mais uma vez expressar, minha felicidade em contribuir com a historiografia local, proporcionando à atual e as futuras gerações de lajedenses, a conhecerem o que nós herdamos, fazemos e legamos. Lajedo receba esta homenagem deste teu modesto filho. “E agora, que a glória seja dada a Deus, o qual, por meio de seu poder que age em nós, pode fazer muito mais do que nós pedimos ou até pensamos”. (Efésios 3:20).









